Viver e morar em Mairiporã SP

Mairiporã é uma cidade para viver, curtir e investir. É o segundo melhor clima do mundo atestado pela UNESCO. De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, Mairiporã aparece entre as 100 cidades do país com melhor índice.

Mercado Imobiliário - Por Alex Schiller - quarta, 22 de maio de 2019

Viver e morar em Mairiporã SP

Mairiporã é uma cidade do Estado do São Paulo. Os habitantes se chamam mairiporenses. Mairiporã é um lugar para viver, curtir e investir. É o segundo melhor clima do mundo atestado pela UNESCO. A população estimada em 2018 é de 98.374 habitantes e a área é de 320,697 km².

Localizada a menos de 30 minutos de SP, se destaca pelo fácil acesso e várias rotas: pela Rodovia Fernão Dias, pela Estrada Santa Inês, pela Estrada da Roseira e pela Avenida Coronel Sezefredo Fagundes, acrescido da possibilidade de apreciação do turismo de contemplação.

Mairiporã possui a maior floresta nativa urbana do mundo. As belas paisagens serranas de Mairiporã são um convite aos amantes da natureza. Vizinha à capital do Estado, a cidade é um refúgio para quem procura o conforto e acolhimento de haras, hotéis, eco-resorts, spa, pousadas, campings e clubes de campo, espaço de eventos para casamentos no campo, e mesmo àqueles que buscam diversão e grandes aventuras, com a prática de esportes radicais.

De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no ano de 2013, Mairiporã aparece entre as 100 cidades do país com melhor Índice de Desenvolvimento Humano ocupando a 76ª posição no ranking nacional, a 40ª posição estadual e a 6ª dentre as 39 cidades da Região Metropolitana de São Paulo.

Formado pela Serra da Cantareira, nascentes, cachoeiras e riachos, o patrimônio natural de Mairiporã atrai turistas do mundo inteiro. Nos rios e represas, é possível praticar esportes náuticos como vela, remo, canoagem e o rafting. Em terra, a diversão fica por conta de atividades como as trilhas, escalada, rapel, tirolesa e arvorismo.

Para as pessoas que procuram sossego, a boa prosa e comida do interior têm muito que visitar em Mairiporã, pois a cidade possui muitos pesqueiros, igrejas, museus e espaços gastronômicos que servem, além da tradicional comida caipira, pratos típicos nacionais e internacionais, como as comidas japonesa, italiana, árabe e portuguesa.

A cidade dispõe de um dos maiores patrimônios ambientais da Região Metropolitana de São Paulo. Todo o território municipal está incluído como Área de Preservação Ambiental do Sistema Cantareira (Lei Estadual nº 10.111/98).

 

História de Mairiporã

Em fins do século XVI, como ligação entre o planalto e o sertão inexplorado, o povoamento de origem europeia começou com pequenos núcleos nas cercanias da Vila de São Paulo de Piratininga.

Em torno da Capela de Nossa Senhora do Desterro, erguida por Antônio de Souza Del Mundo, e funcionando como apoio elementar de serviço às atividades rurais, surgiu um núcleo dotado de interessante traçado e capacidade de adaptação ao sítio pouco favorável de sua implantação. O primeiro nome do povoamento foi Nossa Senhora do Desterro de Juqueri, sendo elevado à categoria de vila em 1696. Em vista disso, Juqueri foi um distrito do município de São Paulo até 1880, quando passou a fazer parte do município de Guarulhos. Em 1889, torna-se um município autônomo.

Em Juqueri se localizava um dos mais célebres hospitais psiquiátricos do Brasil, o Hospital Psiquiátrico do Juqueri, o que fez com que a palavra "juqueri" se tornasse sinônimo de "loucura", ou de doença mental de forma geral. Por este motivo, o nome do município foi modificado por lei estadual aprovada em 24 de dezembro de 1948.

Em 1696 é constituído o povoado de Nossa Senhora do Desterro de Juqueri. Juqueri é uma palavra tupi que designa uma planta leguminosa, conhecida também como dormideira. No ano de 1783 passou a ser paróquia; a capela transformou-se em igreja e passou por diversas modificações (1841, década de 1940 e 1982). A última reforma descaracterizou o antigo templo, conservando apenas a torre. A Vila de Juqueri adentrou o século XVIII como fonte de produtos agrícolas para São Paulo, chegando a produzir algodão e vinho para exportação. Não prosperou como outras localidades inseridas nas regiões das lavras de ouro e pedras preciosas, caracterizando-se como pouso de tropeiros que faziam o abastecimento das Geraes.

Em 1769, a Câmara paulistana determinou a abertura de uma estrada entre Juqueri e São Paulo. O "Caminho de Juqueri" transformou-se mais tarde na Estrada Velha de Bragança. Antes Distrito da Capital (1874 a 1880) e de Nossa Senhora da Conceição de Guarulhos (1881 a 1888), Juqueri passou a ser município por meio da Lei Provincial 67, de 27 de março de 1889. Um ano antes da emancipação, a São Paulo Railway (Estrada de Ferro Santos-Jundiaí) construiu a Estação do Juqueri. Em 1898, o Governo do Estado inaugurou o Hospital-colônia de Juqueri para doentes mentais, dirigido pelo médico Franco da Rocha. A associação do nome de Juqueri ao hospital, causando confusão na entrega de correspondências e desconforto entre os juquerienses, criou um movimento para mudar o nome do município.

Em 1948, o prefeito Bento de Oliveira solicitou, à Assembleia Legislativa, autorização para a mudança. Na ocasião, o deputado Ulisses Guimarães apoiou o pedido e pronunciou a célebre frase: "Juqueri, terra de loucos. Loucos por cidadania". No dia 24 de dezembro daquele ano, foi aprovada a Lei 233, permitindo a mudança do nome do município. O nome Mairiporã, entre outros de origem tupi, foi sugerido pelo jornalista e poeta Araújo Jorge.

Fonte: Wikipedia

 

Onde fica Mairiporã?

  • De São Paulo: 39 km
  • Do Aeroporto Internacional de Guarulhos: 41 km
  • Do Aeroporto de Congonhas: 48 km
  • Aeroporto de Viracopos: 86 km

Rodovias e acessos

  • BR-381 Rodovia Fernão Dias: Rodovia que liga a capital paulista a capital mineira (Belo Horizonte). A BR-381 corta o município de Mairiporã na orientação sul-norte, a partir do bairro Parque Suíço da Cantareira, no extremo sul, e Terra Preta (Distrito Industrial) no extremo norte já na divisa com Atibaia.
  • SP-023 Rodovia Prefeito Luiz Salomão Chamma: Liga a Rodovia Tancredo de Almeida Neves em Franco da Rocha até Rodovia Fernão Dias em Mairiporã.
  • Mairiporã também possui ligação rodoviária com a cidade de Nazaré Paulista pela extensão da SP-023, normalmente chamada de Estrada do Rio Acima.
  • Na ligação com a capital paulista destacam-se também outras estradas que cortam a Serra da Cantareira como a Estrada de Santa Inês (que também dá acesso a cidade de Caieiras), a Estrada da Roseira e a SP-008 (Continuação da Avenida Coronel Sezefredo Fagundes que depois passa a se chamar Arão Sahm) popularmente chamada de Estrada Velha de Bragança.

 

Vídeos

História

Turismo

Represa de Mairiporã – Paiva Castro

 

Atrações Turísticas

Um dos principais atrativos turísticos são suas belezas naturais. Mairiporã se destaca pelo seu valor ambiental, sendo um dos melhores destinos de final de semana em meios belas paisagens e diversão, com acesso na Estrada da Roseira, no alto da Serra da Cantareira.

Os principais pontos turísticos de Mairiporã incluem: Pico do Olho Dágua, Cruzeiro, localizado na estrada para o pico, é um símbolo da religiosidade do povo, e possui uma bela vista panorâmica do centro da cidade. Represa Paulo de Paiva Castro, integrante do sistema Cantareira e possui muitas paisagens cênicas e é muito procurada para a prática de esportes náuticos e pesca esportiva e amadora. Pedreira DIB Parte de um complexo que inclui também restaurante, a paisagem formada pelas rochas continua atraindo interessados em praticar o Rapel em seus paredões. Rio Juqueri e Sete Quedas e a represa Paiva Castro também tem interesse turístico, possui corredeiras ideais para o bóiacross, suas margens formam belos circuitos para se fazer a pé ou de bicicleta.

Destaca-se também no turismo rural, com a existência de haras, pousadas, acampamentos de férias e clubes de campo. O centro é repleto de lojas, bares e restaurantes proporcionando opções de lazer e compra, podemos destacar também a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro, o Bosque da Amizade onde a população pratica recreação, pesca amadora e caminhadas.

Para quem sai de São Paulo, rota do final de semana é a Estrada da Roseira ou a Avenida Santa Inês rumo ao trecho norte da Cantareira, a Mairiporã, a 50 minutos em um corredor romântico, o ponto alto do agito é o complexo que reúne bares, lojas de antiguidades e restaurantes, A cidade também é famosa por suas trilhas para downhill, as principais são a trilha do Saracura com acesso pela Estrada da Bucólica e a Trilha dos Macacos com cachoeiras com acesso na Estrada da Roseira, no alto da serra da Cantareira. 

Fonte: Guia do Turismo Brasil

Pico do Olho D’Água

O Pico do Olho D’Água é o ponto mais alto da cidade, com altitude de 1162 metros, encanta com sua linda paisagem, ótimo para caminhadas e mountain bike. O local é tombado pelo Condephaat.

Pico do Olho D'água - Mairiporã

Pico do Olho D'água Coqueiro - Mairiporã

Pedreira Mantiqueira

A Pedreira Mantiqueira (Pedreira do DIB) utilizada pelos turistas e amantes de esportes de aventura para escaladas e rapel. A pedreira foi desativada pois durante a mineração houve o estouro de um veio de água que obrigou o abandono do local. Usada para diversão nos finais de semana e gravação de comerciais, a paisagem formada pelas rochas continua atraindo visitantes.

Pedreira Mantiqueira - Pedreira do Dib - Mairiporã

Ponte das 7 Quedas

É uma das pontes que retém o fluxo do Rio Juqueri é um ponto muito encantador.

Sete Quedas Mairiporã

Parques da Cantareira

Os Parques Estaduais da Serra da Cantareira fazem parte do turismo de contemplação. O Parque Estadual da Cantareira é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral paulista que abrange parte da Serra da Cantareira. O Parque está localizado na Rua do Horto, 1799 – Horto Florestal (sua maior proporção se encontra na Zona Norte de São Paulo) e também abrange áreas dos municípios de Mairiporã, Guarulhos e Caieiras. Veja mais informações aqui.

Parques da Cantareira - Mairiporã

Represa Paiva Castro

A Paiva Castro é uma das represas que integram o Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 7 milhões de pessoas, montante que já foi maior antes da crise hídrica em 2014, quando atendia mais de 9 milhões. O espaço e o seu entorno é propício para a prática de esportes de aventura como: Jet Bóia, Mountain Bike, Esportes Náuticos entre outros.

Aérea - Represa Paiva Castro - Mairiporã

Ponte - Represa Paiva Castro - Mairiporã

Sítio do Pica Pau Amarelo

Espaço Temático Sítio do Picapau Amarelo, onde é possível mergulhar nas histórias e personagens de Monteiro Lobato. Saiba mais em sitiodopicapauamarelosp.com.br.

Sítio do Picapau Amarelo - Mairiporã

Complexo do Velhão

O Velhão é um complexo de bares, restaurantes e lojas de antiguidades no coração da Serra da Cantareira. Cercadas de verde, as construções são todas em material de demolição reciclado, num estilo que quase lembra cidadelas. Quase, porque há sempre um detalhe inusitado. Surpreendem pela beleza genuína e também por sua história. É o passeio perfeito para uma tarde ensolarada ou uma noite estrelada. Durante o dia, a vista maravilhosa, a natureza do lugar e a arquitetura insólita encantam o visitante. À noite, duas baladas (rock e pagode), uma Luderia (casa de jogos de tabuleiro, sinuca e baralho), pizzaria e um charmoso café são a atração. Saiba mais em velhao.com.br.

O Velhão - Mairiporã

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro

Foi no ano de 1783, que Juqueri passa de freguesia à paróquia em que a antiga Capela Del Mundo construída por Antonio Dormendo e Arthur Aragonês. Em 1647, transformou-se em Igreja Matriz, à qual passaria nos dois séculos seguintes por diversas modificações. Em 1841, a Capela de Juqueri ganha uma torre durante a reforma e ampliação feitas pelo padre José mariano macaé. Em 14 de janeiro de 1871 foi a inauguração da igreja. Nossa Senhora do Desterro representa a fuga da sagrada Família para o Egito e teve como influência na sua construção para sua devoção em nossa cidade os renomados bandeirante Amador Bueno da Ribeira e Fernão Dias Paes Leme. Na verdade quase todos os bandeirantes eram devotos de Nossa Senhora do Desterro, devido ao seu desterro, muitas vezes contra a sua própria vontade de Portugal.

Igreja Matriz - Mairiporã

Museu de Arqueologia Industrial Thomaz Cruz

O Museu é um centro de atividades de restauração, educação e divertimento, com ênfase nas descobertas tecnológicas que transformaram o mundo durante o período industrial. Faz parte do seu patrimônio, e estão em funcionamento, locomotivas, máquinas a vapor, teares, antigos motores a combustão, uma das primeiras turbinas a jato, avião Lockheed Martin AT33A tambem conhecido como T-Bird (participou da Guerra da Coréia), ferramentas, locomóvel e outros que ilustram o avanço tecnológico dos últimos anos. Está exposta, também, uma réplica em tamanho original, da “Baroneza”, primeira locomotiva a vapor a circular no Brasil, em 1854. O Museu está instalado em uma área coberta de 3.000 m², na Avenida Thomaz Rodrigues da Cruz nº 1113, no município de Mairiporã, no Estado de São Paulo. Mais informações em maitc.com.br.

Museu de Arqueologia Industrial Thomaz Cruz - Mairiporã

Parque Linear de Mairiporã

Construído com recursos da Sabesp, a obra é resultado de uma parceria entre o Estado e o município para uma nova área de lazer para os moradores da cidade, além de ajudar a preservar o entorno da represa Paiva Castro, que fornece água para a Grande São Paulo. O parque conta com ciclovia, playground, quadras esportivas, bancos, iluminação, pista de skate e bicicross, bem como área de convivência do Bosque da Amizade e espaço de eventos pavimentado com estacionamento, beneficiando os 94 mil moradores do município e os seus visitantes. A construção, iniciada em janeiro de 2016, foi realizada pela Secretaria Municipal de Obras, Serviços e Habitação de Mairiporã, com recursos repassados pela Sabesp no valor de R$ 10 milhões.

 

Festas Típicas

  • Carnaval da Família (fevereiro);
  • Aniversário da cidade (março);
  • Aniversário do Distrito de Terra Preta (abril);
  • Semana Comemorativa da Imigração Japonesa (maio);
  • Festival Gastronômico (julho);
  • Festa da Padroeira – Nossa Senhora do Desterro (setembro);
  • Corrida da Padroeira (setembro);
  • Cavalgada (setembro);
  • Festa da Primavera (outubro);
  • Arrancadão na Lama (outubro);
  • Mairiporã Ecofest Adventure (novembro) e
  • Visita da Imagem Peregrinade Nossa Senhora da Aparecida (dezembro).

 

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